As obras do Residencial Sete de Setembro, em Diadema, foram retomadas oficialmente na manhã desta quinta-feira (15/10), em mais um avanço para ampliar o acesso à moradia no município. O empreendimento, localizado na avenida Sete de Setembro, nº 820, na região central, contará com 180 unidades habitacionais destinadas a famílias de baixa renda. A retomada foi acompanhada pelo prefeito Taka Yamauchi, que destacou o trabalho de articulação da administração municipal para viabilizar soluções habitacionais e avançar em projetos importantes para a população.
“Esse é mais um momento importante para o desenvolvimento social da cidade. Nossa gestão segue trabalhando para destravar burocracias, vencer etapas e compartilhar sonhos como a conquista da casa própria. A moradia é uma das necessidades mais importantes das famílias, e avançar em projetos como esse nos deixa muito felizes. Agradeço à CDHU pela atenção e dedicação a Diadema e por essa parceria em benefício da nossa população”, afirmou o prefeito.
O ato contou também com a presença do secretário municipal de Habitação e Desenvolvimento Urbano, Marcos Michels, de vereadores e de representantes da Companhia de Desenvolvimento Habitacional e Urbano (CDHU), responsável pelo empreendimento. A Companhia foi representada pela superintendente de Fomento Habitacional, Lucimar Ferreira, e outros integrantes do órgão.
Com área construída de 16.303,06 m², o residencial terá investimento de R$ 46 milhões, com recursos do Fundo Paulista de Habitação de Interesse Social (FPHIS). A execução ficará a cargo da empresa Torres Engenharia Construção e Incorporação Ltda., com prazo contratual de 32 meses.
O secretário municipal de Habitação e Desenvolvimento Urbano, Marcos Michels, ressaltou a importância da retomada para as famílias que aguardam uma solução habitacional. “Esse empreendimento vai atender também 27 famílias do município, que há mais de 12 anos recebem auxílio-moradia da Prefeitura”, destacou. A agenda, segundo ele, reforça a articulação institucional entre o município e o Governo do Estado para viabilizar alternativas de moradia para a população.
A superintendente da CDHU, Lucimar Ferreira, destacou o empenho da Prefeitura na liberação do Alvará de Execução, etapa necessária para a retomada dos trabalhos. Segundo ela, a construção, iniciada em agosto de 2023, não avançou nos primeiros meses e acabou abandonada pela antiga construtora. A CDHU adotou medidas jurídicas para assumir a área e acionou a seguradora. Após a conclusão desse processo, uma nova licitação foi realizada e uma nova empresa contratada para executar as obras.
De acordo com a CDHU, as 180 unidades serão destinadas a famílias vinculadas a uma entidade associativa e a famílias indicadas pela própria Companhia, incluindo beneficiários do Programa de Auxílio-Moradia Provisório. A maior parte do público atendido tem renda de até três salários mínimos.
Investimentos habitacionais da atual gestão da Prefeitura
A retomada do Residencial Sete de Setembro integra um conjunto de iniciativas voltadas à ampliação do acesso à moradia em Diadema. Nos primeiros meses da atual gestão, a Prefeitura contabiliza 452 unidades habitacionais entregues e trabalha para viabilizar novos empreendimentos e ampliar a oferta de moradias populares.
Entre as iniciativas em andamento estão 427 unidades habitacionais em processo de aprovação, distribuídas em dois empreendimentos, e a destinação de terrenos municipais a associações habitacionais para a produção de mais de 1.400 moradias pelo programa Minha Casa, Minha Vida – Entidades.
O planejamento habitacional inclui ainda 900 unidades previstas pela CDHU, conforme programação informada pela área responsável, além de cerca de 900 unidades adicionais em tratativas para novos convênios, com expectativa de início das intervenções a partir de 2027.
A Prefeitura também prevê ações de melhoria habitacional que abrangem mais de 1.000 moradias, em parceria com diferentes esferas de governo. As iniciativas integram o esforço da administração municipal para ampliar as alternativas de acesso à moradia e atender às necessidades habitacionais da população.
Foto: Adriana Horvath/PMD










