O primeiro Boletim de Tendências das Micro e Pequenas Indústrias do Estado de São Paulo, realizado pelo Simpi/Datafolha, mostra que 83% pioraram o faturamento após o início do processo de isolamento social por conta da pandemia do Covid-19.
Outros 15% afirmaram que mantém o faturamento igual e apenas 2% destacaram algum crescimento.
As empresas, que nem conseguiram retomar o ritmo pós-crise, passam por mais dificuldades, como mostra o presidente do Sindicato das Micro e Pequenas Indústrias do Estado de São Paulo, Joseph Couri, na comparação antes e depois da implantação das medidas de proteção ao coronavírus.
Para piorar o acesso ao crédito nos bancos também foi decepcionante, a ponto de 91% das MPIs estarem fora da captação.
Isso tem um impacto direto no desemprego.
Em 20 dias, 18% das micro e pequenas indústrias demitiram cerca de 20% do quadro de funcionários.
Além disso, a inadimplência atinge 87%, sendo que 42% seguem o mesmo patamar e 45% alegam que aumentou com a paralisação das atividades.
O Simpi vai realizar pesquisa de tendência a cada 10 dias nesse período de pandemia.








