O deputado estadual André do Prado (PL) e o ex-secretário de Segurança Guilherme Derrite (PP) foram eleitos senadores por São Paulo neste domingo (4). Eles obtiveram 29,30% e 30,63% dos votos válidos, respectivamente.
André Luis do Prado nasceu em 7 de junho de 1969, em Guararema (SP), e é formado em Análise de Sistemas. Entrou na política em 1992, eleito vereador na cidade natal pelo PL, legenda à qual permanece ligado. Foi reeleito em 1996 e presidiu a Câmara; em 2000, tornou-se vice-prefeito e secretário municipal de Saúde e, em 2004, prefeito, com mandato de 2005 a 2008. Em 2010, elegeu-se deputado estadual com 86.346 votos, o único da legenda na Assembleia naquele momento, e foi reeleito em 2014, 2018 e 2022.
Desde março de 2023 preside a Assembleia Legislativa de São Paulo, cargo para o qual foi reconduzido em 2025. Em 2026, depois de quatro mandatos na Alesp, disputa pela primeira vez o Senado por São Paulo, também pelo PL, como um dos nomes da direita na chapa que apoia Tarcísio de Freitas ao governo e Flávio Bolsonaro à Presidência.
Guilherme Muraro Derrite nasceu em 10 de outubro de 1984, em Sorocaba (SP). Ingressou em 2003 na Academia de Polícia Militar do Barro Branco, onde se formou em Ciências Sociais e Segurança Pública, e seguiu carreira na PM paulista até a patente de capitão. Atuou como tenente na Rota entre 2010 e 2013, depois em força tática e no Corpo de Bombeiros, e passou à reserva em 2018 para disputar eleição. Também concluiu graduação em Direito pela Universidade Cruzeiro do Sul.
Em 2018 foi eleito deputado federal por São Paulo pelo PP, com 119.034 votos, e reeleito em 2022 pelo PL, com cerca de 240 mil votos. Em janeiro de 2023 licenciou-se do mandato para assumir a Secretaria de Segurança Pública do estado no governo de Tarcísio de Freitas, cargo que ocupou até dezembro de 2025, quando reassumiu a cadeira na Câmara. Voltou ao PP e, em 2026, concorre pela primeira vez ao Senado por São Paulo, na chapa da direita que apoia a reeleição de Tarcísio e a candidatura de Flávio Bolsonaro à Presidência.
Fonte: JP
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