O presidente da República, Jair Bolsonaro, e o ministro da Saúde, Luiz Henrique Mandetta, assinaram nesta quinta a medida provisória que cria o programa Médicos pelo Brasil em substituição ao Mais Médicos, lançado pelo PT, no governo Dilma Rousseff, em 2013.
O programa prevê 18 mil vagas, sendo 13 mil em locais de difícil acesso, os municípios com “maiores vazios assistenciais”, de acordo com o governo.
Quatro mil vagas serão destinadas para o Norte e Nordeste.
Segundo o ministro Luiz Mandetta, os dois programas vão funcionar de forma paralela em cidades onde o Mais Médicos estão em vigor.
Os profissionais que atuam pelo programa antigo podem ingressar no Médicos pelo Brasil, mas terão que passar por processo seletivo.
O presidente Jair Bolsonaro criticou as gestões petistas de Lula e Dilma ao afirmar que esses governos deram suporte a Cuba e abandonaram os médicos cubanos à própria sorte no Brasil:
“Os cubanos aqui não poderiam, por exemplo, trazer seus familiares. Quem é pai e mãe sabe o que é ficar longe do seu filho ou da pessoa amada. Isso foi ignorado pelo PT”, afirmou Bolsonaro.
“Uma questão humanitária que foi estuprada pelo PT. Eles eram impedidos de participar de qualquer evento social da cidade. Tinha alguém que os monitorava. Esse era o programa instituído pelo PT no passado.”
Mas, para entrar em vigor a MP precisará ser aprovado pelo Congresso Nacional em 120 dias.
Foto: Marcos Correa/Presidência da República









