“O Cuidar não é só terapia. Dentro dessas paredes tem acolhimento e muito amor.” A opinião de Liliane de Jesus Araújo Santos é facilmente compartilhada por outras mães de pacientes do Complexo Unificado de Inclusão, Desenvolvimento, Apoio e Reabilitação Jorge Martins Salgado, em São Caetano .
Mãe de Ravi, de 2 anos, e de outros seis filhos, a enfermeira fala com orgulho e gratidão sobre o atendimento prestado ao caçula. Ravi nasceu com apenas 26 semanas de gestação. Embora a prematuridade não tenha deixado sequelas graves, há pouco mais de 1 mês Liliane observou que o filho começou a cair com facilidade.
“Ele começou a cair do nada. Trouxe ele para o Cuidar e na avaliação foi identificado que as perninhas dele estavam um pouco voltadas para dentro. Rapidamente começou a terapia e, mesmo em pouco tempo, a evolução dele é nítida”, considera a moradora do Bairro São José.
O tratamento de Ravi inclui sessões de hidroterapia, um dos diferenciais do Cuidar. Na piscina, a alegria é tanta que o tratamento, para ele, parece ser só mais uma brincadeira de criança.
“Quando viemos aqui pela primeira vez ele já se apegou à terapeuta, abraçou, mesmo sem saber quem ela era. Então eu falo muito que aqui o paciente e a família são acolhidos em todos os sentidos, e isso está fazendo toda a diferença na vida do meu bebê”, relata Liliane. “Ele está desenvolvendo de um jeito que ele não conseguiria em nenhum outro lugar.”
Os atendimentos em hidroterapia no Cuidar foram iniciados em maio, para pessoas com deficiência ou em reabilitação – a capacidade é de 110 atendimentos por semana. A piscina é aquecida, tem rampa de acesso e diversos outros itens de acessibilidade.
Com 2.450m² de área construída, o Cuidar possui mais de 40 ambientes, como consultórios, salas de reabilitação e neurossensoriais, entre outros – cerca de 80 profissionais atuam no espaço.
Foto: Eric Romero/PMSCS











