Um dos veículos de comunicação mais importantes da América Latina, o jornal Diário de São Paulo, volta a circular agora em duas versões: impressa e web.
A última edição impressa saiu no dia 23 de janeiro de 2018.
A paralisação foi motivada por um decreto de falência do juiz Marcelo Barbosa Sacramone, da 2ª Vara de Falências e Recuperações Judiciais de São Paulo, expedido no dia anterior.
Desde então, ninguém pode adentrar à sede na Capital paulista.
O jornal, de grande penetração popular principalmente entre os amantes do esporte, surgiu em 8 de novembro de 1884 como Diário Popular, também conhecido por Popular da Tarde.
Foi idealizado por José Maria Lisboa e Américo Campos, que comandaram de 1968 a 1988.
Nessa época, já gerenciado pelo bisneto Rodrigo Lisboa Soares, vendeu ao grupo do ex-senador e ex-governador Orestes Quércia.
Em 2001 foi comprado pela Organizações Globo, proprietária dos jornais O Globo e Extra, que mudou o título para Diário de São Paulo.
Em 2009 mais uma vez mudou de comando, passando para o empresário J. Havilla, dono da rede Bom Dia e da empresa de marketing esportivo Traffic e TV TEM.
Por fim, em 2 de setembro de 2013 a Traffic vendeu o controle acionário para o grupo Cereja Comunicação Digital.
Durante muitos anos foi o mais vendido nas bancas e com maior volume de leitura entre os assinantes.
Agora, o jornal retoma as atividades com a mesma proposta de seriedade e credibilidade por um grupo de executivos com experiência na área de comunicação.
A data do relançamento ainda não foi divulgada, mas será em breve.









