14 de junho foi a data marcada para uma greve geral em todo o Brasil em protesto à reforma da Previdência.
No ABC o impacto da paralisação foi pequena ou quase nula no setor de transportes.
A exceção de uns pneus queimados na avenida dos Estados, próximo ao Sam’s Club, no início da manhã, tudo transcorreu com tranquilidade.
O diretor jurídico do Sindicato das Empresas de Transporte Coletivo do ABC, Francisco Bernardino Ferreira, participou do Debate em Família – com o apresentador Luiz Carlos e o jornalista Adamo Bazani – e fez um balanço da paralisação.
Segundo o sindicalista, as empresas colocaram 100% da frota para circular pela manhã e não há relatos de descumprimento nos sete municípios da região.
Francisco Bernardino mencionou em estados do Nordeste, por exemplo, as paralisações complicaram o cotidiano dos usuários. “Não houve sensibilidade dos setores jurídico e trabalhista em olhar para o cidadão, que é o maior prejudicado com a ausência do transporte coletivo, como aconteceu aqui no ABC”.
Na Capital Paulista, mesmo com liminar, o Metrô teve problemas ao longo do dia, com estações fechadas e greve parcial de algumas empresas de ônibus.
A CPTM funcionou normalmente.








