O Tribunal Federal Regional da 4a Região (TRF-4) negou o pedido da defesa do ex-presidente Lula e manteve o julgamento do caso do sítio de Atibaia.
A sessão foi virtual por causa do Covid-19.
A ação será apreciada pela 8a Turma a partir de 24 de abril, novamente com sessão virtual.
Neste modelo, não há debate entre os desembargadores.
Eles depositam os votos até 6 de maio, quando está marcada o encerramento da sessão.
Os advogados Cristiano Zanin e Valeska Teixeira alegaram que ainda há diligências solicitadas por eles em curso e pediram que o julgamento fosse feito de maneira presencial, assim que for possível.
O relator do caso, João Pedro Gebran Neto, decidiu que a “pertinência” dessas diligências serão analisadas no julgamento. Entre as diligências citadas pela defesa estão o pedido de acesso às denúncias que Marcelo Odebrecht apresentou contra o presidente da empreiteira Odebrecht, Rui Sampaio.
O advogados também tentam conseguir os documentos do acordo de colaboração feito entre autoridades americanas e a operação Lava-Jato.
O ex-presidente Lula teve duas más notícias no mesmo dia.
Antes, o Superior Tribunal de Justiça (STJ) negou um pedido para que o julgamento marcado sobre o caso do triplex do Guarujá (SP) seja retirado da pauta ou anulado.
Mas, a defesa de Lula foi avisada de que já foi marcado, o que inviabilizou a contestação.
O argumento é que ele foi marcado na madrugada, e inviabilizou a defesa de contestá-lo.









