Pesquisa Simpi/Datafolha referente ao mês de julho mostra um cenário no mínimo curioso: a expectativa entre as micro e pequenas indústrias em relação à economia do país aumentou para 57%; outros 52% acreditam que vai melhorar; 40% acham que vai ficar como está; e 6% que vai piorar.
Mas, apesar do otimismo da maioria, os índices permanecem negativos.
Dos cerca de 40 indicadores apenas 10, que estão relacionados, respectivamente, às expectativas, custos de produção no mês anterior, demissão e avaliação do setor, revelam números positivos.
Os demais índices estão em estagnação ou em situação pior do que o mês anterior.
O presidente do Sindicato das Micro e Pequenas Indústrias do Estado de São Paulo, Joseph Couri, diz que o otimismo precisa estar aliado a medidas do governo federal:
No entanto, por enquanto, não passa de conjecturas, nada oficial, segundo Jospeh Couri:
O índice de investimentos das MPI’s, por exemplo, tem mantido um patamar baixo, registrando 30 pontos em julho.
O indicador tem variação de 0 a 200 pontos.
O faturamento das MPI’s também registrou queda.
Em julho, apenas 28% das empresas apontaram que estão com faturamento ótimo/bom, já 46% consideram regular e 26% ruim/péssimo.
A criação de vagas está em 98 pontos em uma escala de 0 a 200, sendo que abaixo do 100 representa perda de vagas.
O resultado de julho está próximo do equilíbrio, ou seja, para cada posto criado, outro é fechado.









