O empresário Junior Orosco, do PDT, foi candidato a deputado federal nas eleições de 2018, quando obteve mais de 30 mil votos, o suficiente para ocupar uma cadeira na Câmara dos Deputados.
Porém, apesar da vontade popular, teve os votos invalidados pelo Tribunal Superior Eleitoral.
O ex-candidato agora recorre no Supremo Tribunal Federal e com apoio do PDT, que ingressa no processo como terceiro interessado, e lamenta a postura do Judiciário brasileiro.
Com isso, a região perde um representante no Congresso Nacional.
Na entrevista aos apresentadores do Debate em Família, Luiz Carlos e Fábio Patrício, no programa desta sexta-feira (23/08/19), Orosco também opinou sobre a situação de Mauá, que passa por grave crise financeira e política.
Questionado sobre o fato de ter indicado a atual prefeita, Alaíde Damo, como vice de Átila Jacomussi, ele explicou que quando foi impedido de ser o vice da chapa, havia um grupo com a proposta de tirar o petista Donisete Braga do Poder.
À época, em 2016, precisava defender a representatividade da então deputada estadual Vanessa Damo, que enfrentava um processo judicial difícil de ser solucionado, mas ainda possuía 33% das intenções de voto, e Átila, então eleito deputado na Alesp, tinha 12%.
Juntos teriam mais chances de derrotar a situação.
Orosco afirma que diante da proposta do grupo em prol da cidade, não considera um erro a indicação de Alaíde Damo, porém pelo que Átila e Alaíde fizeram à frente da Prefeitura, aí sim sente-se arrependido.
Acompanhe a entrevista na íntegra:
https://www.facebook.com/radioabc1570/videos/647411779085420/








