A paralisação por 94 dias do monotrilho da linha 15-Prata, na zona Leste de São Paulo, custou aos cofres do Estado, R$ 28,6 milhões (R$ 28.675.099,89) somente com o uso dos ônibus municipais da capital paulista da Operação PAESE – Plano de Apoio entre Empresas em Situação de Emergência.
O dado foi obtido com exclusividade pelo Diário do Transporte por meio da LAI – Lei de Acesso à Informação.
Diferentemente de metrô, monotrilho é um sistema de média capacidade de passageiros e consiste em trens menores com pneus que trafegam em pilastras de concreto.
Os valores gastos com mobilização de equipes e utilização de equipamentos (gastos com manutenção) e perda de receita, ou seja, o quanto a Companhia de Metrô deixou de arrecadar por causa do problema com o monotrilho, ainda estão sendo calculados, de acordo com a resposta.
O “custo do PAESE devido à paralisação da Linha 15-Prata no período entre 29/02 e 18/06/2020 foi de R$ 28.675.099,89, conforme notas fiscais emitidas pela SPTrans. Esclarecemos que os custos gerados pelo acionamento do sistema PAESE, a partir de março de 2020, serão cobrados diretamente das Empresas responsáveis pela implantação do sistema de vias e trens do monotrilho. A estimativa de perda de receita tarifária assim como os gastos com manutenção ainda estão sendo consolidados pela nossa Área Financeira.”
O jornalista especializado em Transportes e colaborador da Rádio ABC, Adamo Bazani, comentou sobre o assunto com o comunicador Vitor Neto no programa Bom Dia ABC desta quarta-feira (19/08/20):
Texto e foto: Diário do Transporte









