Durante os protestos antifas ocorridos durante esse domingo, 7/06/20, houve quebra-quebra, prisões e aglomerações de manifestantes ditos “antifascistas” em capitais como São Paulo, Brasília, Rio de Janeiro. Somente em Belém por exemplo, 112 pessoas foram detidas acusadas de não respeitar regras sobre distanciamento social.
No Rio de Janeiro, houve a prisão de 75 pessoas conforme a Polícia Militar fluminense.
Em São Paulo, duas agências bancárias foram depredadas e manifestantes agrediram policiais.
Em São Paulo, os manifestantes contra o governo se reuniram no Largo da Batata, zona oeste paulistana, no ato autodenominado “Mais Democracia – antifascista e antirracista”.
Os participantes gritaram palavras de ordem contra o racismo, contra o fascismo e contra o presidente Jair Bolsonaro.
A Avenida Faria Lima chegou a ter um dos lados da via interrompidos para o fluxo de carros.
Segundo a PM, a aglomeração no Largo da Batata teve 3 mil pessoas.
O ato havia sido inicialmente convocado para acontecer na Avenida Paulista. Porém, foi proibido pela Justiça.
Ainda assim, na dispersão dos atos do Largo da Batata houve princípio de tumulto.
Na região de Pinheiros, os policiais foram obrigados a usar bombas de efeito moral e usar balas de borracha para dispersar a multidão.
Alguns “manifestantes” tentaram invadir a Avenida Paulista e, por essa razão, houve necessidade dessa intervenção da PM. Moradores da região contrários ao governo jogaram comida nos policiais.
Duas agências bancárias, uma na rua dos Pinheiros e outra na rua Teodoro Sampaio foram depredadas.
Os supostos “antifascistas” igualmente jogaram lixo na rua e tombaram caçambas de coletas de dejetos.











