Com espaços cada vez mais reduzidos, cresce o número de pessoas vivendo em condomínios.
A pandemia do coronavírus trouxe mais conflitos entre os moradores, já que muitas pessoas deixaram de ir à escola e trabalho, ficando mais em casa.
Com isso, aumentaram o barulho nos apartamentos.
Pela regra geral o convívio deveria ser harmonioso e a solução deveria ser através de diálogo e bom senso.
Mas, não é bem assim que ocorre no dia a dia.
As assembleias virtuais mostraram que a participação – que antes da pandemia era de 20 a 25% – passou a contar com 50% dos moradores.
Dependendo do caso o próprio síndico pode contornar o conflito.
Porém, a intervenção policial também é uma possibilidade para acabar com as desavenças.
Especializado nesse assunto, o advogado José Luiz Ribas Junior participou do quadro Justiça & Cidadania, da OAB Santo André, nesta quinta-feira (27/08/20) com o comunicador Vitor Neto.
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Segundo o especialista, existem normas que devem ser seguidas.
O interesse de uma parte não pode atingir a saúde, a segurança e a salubridade de outra parte.
Ribas alerta também que mesmo em tempos de pandemia, deixar de pagar o condomínio pode acarretar em até perda do imóvel, se cobrada judicialmente.









