Pelo menos três cidades da região descartaram o reajuste da tarifa de ônibus neste ano: Santo André, São Bernardo e Mauá.
Através de nota oficial ao Diário do Transporte, as prefeituras têm motivos diferenciados para não aplicar o aumento neste momento.
O prefeito Paulo Serra, de Santo André, não explicou o motivo.
O último aumento ocorreu no dia 6 de janeiro de 2019, quando a tarifa passou de R$ 4,40 para R$ 4,75.
São Bernardo alegou que está em curso uma licitação do transporte coletivo, por isso não vai autorizar o reajuste.
O preço da tarifa é a mesma de Santo André.
O último aumento foi no dia 1 de janeiro de 2019, data em que a passagem passou de R$ 4,40 para R$ 4.75.
Já Mauá avisou que “não há pretensão de aumentar o valor da tarifa em 2020”.
Atualmente o valor cobrado é R$ 4,30.
As demais cidades avaliam se haverá um novo preço.
São Caetano ainda não tem uma definição, o que deverá acontecer nos próximos dias.
A tarifa atual está em R$ 4,50.
Diadema afirma que não houve discussão sobre o assunto até o momento e explica que a administração entende que a população enfrenta um momento de crise econômica.
O Município aplicou o último reajuste no dia 6 de janeiro de 2019, quando passou de R$ 4,40 para R$ 4,65.
Mas, para quem tem o Cartão SOU, a passagem custa R$ 4,25; e o vale-transporte R$ 4,88.
Ribeirão Pires é outra cidade que estuda uma nova tarifa.
A Prefeitura informa que não recebeu da Rigras, concessionária que presta o serviço, uma solicitação de reajuste no valor da passagem, que hoje é de R$ 4,40.
O último aumento foi no dia 13 de janeiro do ano passado.
Até então o preço da passagem era R$ 4.
Rio Grande da Serra não se manifestou sobre os novos valores.
Adamo Bazani, jornalista especializado em Transportes, falou sobre este assunto no programa Bom Dia ABC desta segunda-feira (06/01/20), com o comunicador Ricardo Leite:








