O médico e ex-prefeito de Santo André, Aidan Ravin, afirmou no programa Debate em Família, nesta segunda-feira (02/09/19) com os apresentadores Luiz Carlos e Fábio Patrício, que pode se candidatar ao cargo majoritário nas eleições de 2020, porém não “cravou” essa decisão porque ainda depende do partido.
Filiado ao Podemos, Aidan é ainda o recordista em votos no Legislativo, com 10.019 votos em 2004, o que o credenciou a disputar a Prefeitura em 2008 e obter uma virada histórica no segundo turno contra Vanderlei Siraque, então no PT.
A reeleição, no entanto, acabou não ocorrendo quatro anos mais tarde, perdendo para o petista Carlos Grana.
Aidan relembrou que na noite anterior à votação do segundo turno, a população andreense recebeu ligações durante a madrugada com sua voz.
Segundo ele, a oposição lançou 100 mil áudios e 64 mil pessoas atenderam as ligações. “Jogo sujo”, complementou.
Como médico, fez críticas ao governo Paulo Serra, pelo fechamento de sete unidades de Saúde de uma única vez.
Para o médico especializado em Ginecologia, hoje assentado na Auditoria do Hospital Municipal, apontou os problemas com o atendimento e a falta de medicamentos.
E explicou o processo que atrasa os diagnósticos dos pacientes.
O ex-prefeito falou também do convênio entre o Semasa e a Sabesp. “Se a concessão é de 40 anos, por que não dividiram a dívida em 40 anos?”, questionou.
Salientou que foi o prefeito que denunciou o desaparecimento do dinheiro dos contribuintes pelo Semasa e nunca foi depositado na conta da Sabesp pelos governantes anteriores.
Aidan Ravin respondeu ainda a questões sobre segurança; o governo Paulo Serra em Santo André; e o governo Bolsonaro.
Acompanhe a entrevista na íntegra:
https://www.facebook.com/radioabc1570/videos/2158562834273556/








